Percebendo o interesse crescente da sociedade por criptomoedas, políticos de todo o mundo têm se aproximado desse universo. A guerra entre Ucrânia e Rússia escancarou o potencial político da criptoeconomia. O Brasil que está prestes a entrar em período eleitoral, será comum a representatividade cripto neste panorama. Essa é a leitura de Rodrigo Soeiro, fundador da Monnos primeiro cryptobank do país.
“Como a população está cada vez mais olhando para cripto como uma oportunidade econômica, o cenário político está acompanhando esse movimento. A criptoeconomia é a próxima fronteira das finanças globais, assim, é ótimo ver políticos encampando a defesa desta nova tendência. Trata-se de reconhecimento da força que o setor está obtendo”, pontua.
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Algumas narrativas políticas envolvendo cripto já estão se desenhando. No Canadá, o candidato do Partido Conservador, Pierre Poilievre, já se colocou positivamente a favor da liberdade da população em utilizar o bitcoin como dinheiro legal no país. O recém eleito presidente da Coréia do Sul, Yoon Suk-Yeol, também tem posturas pró-cripto, deliberando leis para eliminar impostos a pequenos investidores de criptoativos e buscando incentivar e atrair unicórnios da criptoeconomia.
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